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Lollapalloza: como foi minha experiência no festival

29 de março de 2017

E neste último final de semana estive no Lollapalloza! Essa foi a sexta edição do festival no Brasil, e a primeira vez que fui. O festival trás diversos gêneros de música, e por muitos anos os artistas eram não-mainstream, mas com o tempo isso mudou, e em 1996 muita gente foi contra a entrada do Metallica no line up. Muita coisa mudou com o passar dos anos, e vale a pena ler mais sobre o Lollapalloza e sua importância.

Eu sempre quis ir ao festival, e perdi line ups incríveis, e a oportunidade de ver bandas que eu amo, como Pearl Jam, Muse, Kings of Leon, entre outros. E esse ano, com minha banda favorita – Metallica – como headliner do primeiro dia, ficou impossível não ir. Foi incrível estar no festival, e por isso vou contar um pouco de como foi minha experiência.

Lollapalloza: como foi minha experiência no festival

Estrutura

Eu já tinha ido a um outro festival no Autódromo de Interlargos – o Maximus Festival. Gosto do local, que tem fácil acesso de transporte público e é bem grande. No caso do Lollapalloza, é um festival com 4 palcos diferentes e por isso você tem que se locomover muito! Isso sem contar nos morros e ladeiras, cansa muito, mas entendo que faz parte, até para o som de um palco não vazar no outro, eles precisam ter um certa distância.

Os palcos tinham um tamanho incrível, e a disposição ficou muito boa. Assisti alguns shows do alto do morro, sentada e bebendo, perfeito para poder curtir e descansar um pouco também! Haviam algumas mesas disponíveis e locais de descanso.

Para comer, muitos trucks foods e um espaço com barracas de chefes renomados. Estava tudo bem cheio e por isso, acabei selecionando o que estava mais vazio. Para beber, tinha Skol – que eu encontrei com dois preços diferentes – Skol Beats, água, energético e refrigerante orgânico. Nesse caso, o pior foram as filas gigantescas e a falta de ambulantes vendendo qualquer coisa que não fosse Skol Beats. Achei isso tão ruim, comprar água era um verdadeiro sacrifício.

A quantidade de pessoas era gigante, e acredito que essa tenha sido a causa de tantas filas, pois apesar de locais para comer e beber espalhados por todos os lados, eles não eram suficientes.

Lojas

Lolla Store, com produtos oficiais, não tinha tamanho suficiente. Era pequeno e as pessoas praticamente desistiam de tentar ver os produtos, o ideal era ter mais de um local, para facilitar a compra, além disso, poderiam vender os produtos também online – estou até agora querendo um lambe lambe que esgotou!

Também havia o Lolla Market, com lojas e serviços de todos os tipos. Era onde tinha a loja da Puma, Ray-ban e até estúdio de tatuagem! Achei ótimo esse espaço!

Pulseira Cashless

Eu adoro tecnologia e achei ótimo esse sistema, que por sinal eu já tinha utilizado no Maximus Festival. Ela é prática, não precisa ficar dando troco nem nada, porém, ela também facilita que os preços sejam maiores, já que no Lollapalloza teve a cerveja mais cara de todos os festivais e shows que já fui: R$12, e isso por uma Skol. Sendo que shows e festivais costumam ser Budweiser ou Heineken, por R$10.

Mas não podemos negar que ela facilita muito a entrada no festival, que estava cheio mas foi bem rápido, só tendo que encostar ela num outro aparelho (que não sei o nome). No geral, gostei muito!

Shows

Alguns bons e outros nem tanto. Fui no primeiro dia para ver Metallica, mas nem por isso deixei de aproveitar o festival em si. Cheguei cedo, andei pelo espaço, comi, peguei meu copo especial e já sabia que horas iria para o palco encontrar um bom lugar.

Obviamente eu enlouqueci no show do Metallica, que teve um setlist maravilhoso, com músicas do novo CD e também muitas das clássicas que amamos! Foi um show de tirar o fôlego, com mais de 2h de duração, com direto a muitos gritos, rouquidão e choro, como todo bom show de rock deve ser.

Já no segunda dia, me superei e vi uns 6 shows! Fiquei de um palco para outro, mas de longe, o que foi a melhor coisa que fiz. E essa é a dica, foque no que você ama e se acabe, os outros, aproveite de um jeito mais leve!

Voltaria?

Com certeza! Adoro música, amo ir a shows, e festival é algo incrível. Eles precisam melhorar a estrutura, reduzir a quantidade de ingressos, espalhar mais vendedores ambulantes, melhorar os banheiros – o químico do Rock In Rio parece banheiro de shopping!

Tem muita coisa para ser melhorada, mas nada disso tira o brilho do festival, que mistura tantas pessoas diferentes em torno de algo tão incrível que é a música!

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Guia de sobrevivência para festivais e shows

06 de março de 2017

Que ir em festivais e shows é uma das melhores coisas, todos nós já sabemos! Mas em grandes festivais como Lollapalloza, Rock In Rio e Tomorrowland, e shows internacionais como Metallica, Pearl Jam e Guns’n Roses, é sempre bom se organizar para aproveitar ao máximo.

Cada festival e show tem suas próprias regras, e é muito importante sempre verificar todas as informações, se certificar do que pode ou não entrar no local, horários, verificar mapas e tudo o mais.

Depois de alguns festivais e shows – AMO – acabei criando alguns hábitos que tem me ajudado a curtir ainda mais esses momentos, que com certeza, são inesquecíveis!

Guia de sobrevivência para festivais de música

1. Conforto e primeiro lugar

Sabe aquele coisa que sempre vemos de looks para festival? Esqueça! Se preocupe em estar confortável. Roupas leves e que secam com facilidade, um tênis bem usado, óculos de sol e bolsa pequena. O importante é aproveitar ao máximo o momento!

2. Leve somente o essencial

Eu tenho uma bolsa bem específica, que acabo usando em todos os festivais e shows. Levo comigo capa de chuva, celular, carregador portátil, dinheiro trocado, cartão de débito e RG. Costumo deixar documentos e dinheiro numa bolsinha, para evitar perder. Dica importante: leve um saquinho do tipo ziplock, se chover, coloque o celular e documentos dentro e os mantenha seguros.

3. Se hidrate

Com tantas horas de pé ou sentada, em baixo de sol ou de chuva, é sempre importante não se esquecer da hidratação. Beba água sempre que possível, e mantenha uma garrafinha ou copo com você. Não é dia para passar mal!

4. Verifique como chegar e sair do local

A última coisa que queremos é nos perder! Verifique os melhores caminhos para ir e voltar, sempre priorizando o transporte público ou uber/cabify/taxi. Verifique horários e melhores rotas.

5. Chegue cedo

Aproveite a estrutura do festival. Ande por todo o local, confira as atrações e aproveite para verificar onde ficam os banheiros e saídas de emergência. No meio de tanta gente, é sempre bom saber se localizar.

6. Quem você quer ver?

Verifique o horário das bandas e faço um esquema com as que você quer assistir. Lembre-se que em festivais acabam tendo mais de um palco, e você acaba precisando se locomover, então, verifique os horários e se programe.

7. Viva o momento

Fotografe o que desejar, mas viva o presente, esqueça um pouco as postagens, grite em plenos pulmões, se permita chorar de emoção. A oportunidade de ver aquela banda do coração, não tem preço!

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20º Festival Cultura Inglesa: Kaiser Chiefs

15 de junho de 2016

Sempre achei incrível a iniciativa da Cultura Inglesa fazer um festival que envolve todas as vertentes artísticas: música, cinema, literatura, teatro. E o melhor de tudo, com entradas gratuitas! Eu confesso que sempre quis ir, mas com a correria do dia-a-dia acabava deixando passar. Mas esse ano fiquei atenta, ainda mais quando confirmaram o Kaiser Chiefs como atração principal! Adoro a banda e não perderia por nada a oportunidade de vê-los!

O show foi no domingo, e com o frio que estava, demorei ao máximo para sair do quentinho da minha casa! Como queria ver o show do Nação Zumbi, chegou um pouco antes, assim poderia dar uma volta pelo Memorial da América Latina e ver o que tinha de bom por lá! Achei que estava bem organizado, foi fácil a entrada, sem nenhuma fila, a única coisa é que existia uma pista vip que eu nem sabia da existência! Mas lá dentro haviam muitas barracas de comida, com boa variedade e preço de show, e não vendia nada alcoólico. A única reclamação nessa parte são as filas dos caixas, muito poucos para a quantidade enorme de pessoas que haviam no local.

Os shows foram bem pontuais, com Nação Zumbi subindo as 17h em ponto no palco e fazendo tudo esquentar! Com músicas que celebram seus 25 anos de estrada, colocou todo mundo pra se mexer e relembrar alguns dos clássicos da banda. Eu achei incrível vê-los ao vivo, com uma energia maravilhosa e um som perfeito!

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Quase as 19h foi hora do Kaiser Chiefs subir ao palco e levar todo mundo ao delírio! Não existia mais frio, principalmente para quem estava ali pertinho deles – eu queria! – e começou com uma das que eu adoro Everyday I Love You Less and Less. O Ricky, vocalista da banda, é tão animado que não tem como ficar parado e não sorrir com cada corrida pelo meio da galera! E ele inclusive subiu na grade da pista e também nos postes da mesa de som. O cara é hiperativo, não parou em nenhum momento, achei realmente incrível!

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A banda inteira – Ricky Wilson, Andrew Whitey, Simon Rix, Nick Peanut e Vijay Mistryé – é daquelas que você ama logo de cara! Animados, fazendo piadas e mostrando o quanto são bons! Com músicas que não poderiam faltar, como Ruby, Never Miss a Beat e I Predict A Riot, colocaram todo mundo pra pular mesmo num frio de 10º.

Foi um show animadíssimo e saí de lá querendo mais, querendo grudar na grade e cantar até ficar rouca! Voltem logo!

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