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Como funciona um Coworking?

07 de abril de 2017

Muito se tem falado sobre coworking, e a cada saída por aí, vemos mais espaços como esse sendo abertos. Sabemos que muitas das grandes empresas foram criadas dentro de garagens, e que cada vez mais pessoas trabalham home office em alguns dias da semana.

E hoje sabemos que trabalhar de um coworking trás muitas vantagens: espaços estruturados, custos muito menores, networking… mas você sabe exatamente como funciona, todas as possibilidades, e o principal, ele vale a pena para você?

Como funciona um coworking?

O que é um coworking?

É uma nova forma de ambiente de trabalho, onde as pessoas dividem um mesmo espaço. Com tantas startups e o número de freelancer crescendo a cad dia, é preciso ter um espaço com infraestrutura mas que você não fique isolado como num home office e nem tem distrações desnecessárias como em cafés.

No site CoworkingBrasil é possível encontrar uma lista de locais em diversos estados. É preciso pesquisar bastante para encontrar locais que funcionem para você.

Quem é freelancer, indico 3 locais ótimos e gratuitos: Campus São Paulo – é do Google e além de dois andares de coworking, ainda há outros com startups selecionados por eles, e vale ficar de olho nos eventos! CCSP – fique ao lado da estação Vergueiro, e fui muito lá ainda na época da faculdade, há muitas mesas e internet pública gratuita. Biblioteca Mário de Andrade – é linda, com mesas e wi-fi, vale a pena conhecer.

Os cafés continuam sendo muito úteis, e vale procurar por eles, já que muitos se preparam para receber quem deseja um espaço para trabalhar, com ótimos cafés, comida e claro, wi-fi!

Como funciona?

Existem diversos tipos de coworking: pagos, gratuitos, onde você pode receber clientes, com sala de reunião. É preciso pesquisar e saber o que se enquadra melhor ao seu estilo, por isso, a pesquisa é fundamental, mas claro, vamos a algumas dicas.

Freelancer: se você não costuma receber clientes, vale procurar por locais gratuitos. Existem alguns e são concorridos, por isso é bom se informar de todos os detalhes e chegar cedo. Quando não é possível, eu sempre recorro ao bom e velho café!

Startup: se você tem um pequeno negócio, uma equipe e recebe cliente e investidores, vale a pena alugar um espaço físico dentro de um coworking. É uma opção melhor que escritório, pois os gastos são bem reduzidos, já que todo mundo paga um pouco da conta, e você ainda tem toda a estrutura necessária!

Vale à pena?

MUITO. São locais com pessoas que querem fazer cada vez mais, fazer diferente, mudar o mundo. É inspirador. É ter isso em volta, só dá mais vontade de fazer nossa ideia acontecer!

Os custos mais baixos ajudam quem está começando, você conhece outras pessoas, encontrar possíveis contatos e até colegas de trabalho.

Pesquise, conheça vários locais, prove todos os cafés. Faça uma lista dos locais que mais gostar e vá neles sempre que precisar de inspiração, um local calmo para pensar e fazer acontecer. Vale a pena!

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3 aulas diferentes que você precisa conhecer!

03 de abril de 2017

Se existe algo que eu gosto, é de testar novas aulas na academia. Fazer mais do mesmo acaba enjoando, sem contar que o corpo agradece quando a gente tenta coisas novas – mesmo sentindo dores em locais que nem imaginávamos que existia!

Pra mim, essa tem sido uma das grandes vantagens do Estudio Pass. Sempre procurei fazer as mais diferentes aulas, testar coisas novas, acabo enjoando facilmente de sempre fazer a mesma coisa – e por isso não sou lá tão fã de musculação – e nisso as aulas sempre me ajudaram muito! São muitas as aulas, mas hoje vou indicar 3 aulas diferentes que você precisa conhecer.

3 aulas diferentes que você precisa conhecer!

1. Hot Yoga

Eu pratiquei yoga por uns dois anos quando era mais nova, para melhorar flexibilidade e minha dor na coluna, e me apaixonei! E quando vi a aula de Hot Yoga fiquei bem curiosa para testar. A aula é feita dentro de uma sala aquecida à 40º, e lá são praticadas diversos tipo de yoga, com aulas que duram 60′ ou 90′. Fiz a aula na Hot Yoga SP, e estou apaixonada! A ideia é desintoxicar corpo e mente, você sai pingando e muito renovado. Recomendo demais!

2. TRX

Eu já tinha praticado TRX dentro das aulas de funcional, mas não tinha feito uma aula exclusiva. O TRX são fitas presas no teto, que servem de suporte para pés e braços e você usa seu próprio corpo e peso para praticar. Fiz a aula no SPFIT Club e adorei, é daquelas aulas bem legais de fazer pra mudar a rotina!

3. Jump

Aqui o jump é diferente! Além de usar o mini trampolim, ainda usamos pesos, bastões e outros materiais. Isso deixa a aula bem mais divertida e completa. Com isso você exercita pernas e braços, e acaba fazendo musculação nos superiores. Essa aula faço na Academia Pinheiros, e é uma das minhas preferidas!

Teste muitas aulas, o Estudio Pass é perfeito para isso! E somente em abril, usando o código MARI50 você tem 50% de desconto na primeira mensalidade! É o momento para aproveitar, conhecer muitas aulas, descobrir o que você gosta de fazer!

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Lollapalloza: como foi minha experiência no festival

29 de março de 2017

E neste último final de semana estive no Lollapalloza! Essa foi a sexta edição do festival no Brasil, e a primeira vez que fui. O festival trás diversos gêneros de música, e por muitos anos os artistas eram não-mainstream, mas com o tempo isso mudou, e em 1996 muita gente foi contra a entrada do Metallica no line up. Muita coisa mudou com o passar dos anos, e vale a pena ler mais sobre o Lollapalloza e sua importância.

Eu sempre quis ir ao festival, e perdi line ups incríveis, e a oportunidade de ver bandas que eu amo, como Pearl Jam, Muse, Kings of Leon, entre outros. E esse ano, com minha banda favorita – Metallica – como headliner do primeiro dia, ficou impossível não ir. Foi incrível estar no festival, e por isso vou contar um pouco de como foi minha experiência.

Lollapalloza: como foi minha experiência no festival

Estrutura

Eu já tinha ido a um outro festival no Autódromo de Interlargos – o Maximus Festival. Gosto do local, que tem fácil acesso de transporte público e é bem grande. No caso do Lollapalloza, é um festival com 4 palcos diferentes e por isso você tem que se locomover muito! Isso sem contar nos morros e ladeiras, cansa muito, mas entendo que faz parte, até para o som de um palco não vazar no outro, eles precisam ter um certa distância.

Os palcos tinham um tamanho incrível, e a disposição ficou muito boa. Assisti alguns shows do alto do morro, sentada e bebendo, perfeito para poder curtir e descansar um pouco também! Haviam algumas mesas disponíveis e locais de descanso.

Para comer, muitos trucks foods e um espaço com barracas de chefes renomados. Estava tudo bem cheio e por isso, acabei selecionando o que estava mais vazio. Para beber, tinha Skol – que eu encontrei com dois preços diferentes – Skol Beats, água, energético e refrigerante orgânico. Nesse caso, o pior foram as filas gigantescas e a falta de ambulantes vendendo qualquer coisa que não fosse Skol Beats. Achei isso tão ruim, comprar água era um verdadeiro sacrifício.

A quantidade de pessoas era gigante, e acredito que essa tenha sido a causa de tantas filas, pois apesar de locais para comer e beber espalhados por todos os lados, eles não eram suficientes.

Lojas

Lolla Store, com produtos oficiais, não tinha tamanho suficiente. Era pequeno e as pessoas praticamente desistiam de tentar ver os produtos, o ideal era ter mais de um local, para facilitar a compra, além disso, poderiam vender os produtos também online – estou até agora querendo um lambe lambe que esgotou!

Também havia o Lolla Market, com lojas e serviços de todos os tipos. Era onde tinha a loja da Puma, Ray-ban e até estúdio de tatuagem! Achei ótimo esse espaço!

Pulseira Cashless

Eu adoro tecnologia e achei ótimo esse sistema, que por sinal eu já tinha utilizado no Maximus Festival. Ela é prática, não precisa ficar dando troco nem nada, porém, ela também facilita que os preços sejam maiores, já que no Lollapalloza teve a cerveja mais cara de todos os festivais e shows que já fui: R$12, e isso por uma Skol. Sendo que shows e festivais costumam ser Budweiser ou Heineken, por R$10.

Mas não podemos negar que ela facilita muito a entrada no festival, que estava cheio mas foi bem rápido, só tendo que encostar ela num outro aparelho (que não sei o nome). No geral, gostei muito!

Shows

Alguns bons e outros nem tanto. Fui no primeiro dia para ver Metallica, mas nem por isso deixei de aproveitar o festival em si. Cheguei cedo, andei pelo espaço, comi, peguei meu copo especial e já sabia que horas iria para o palco encontrar um bom lugar.

Obviamente eu enlouqueci no show do Metallica, que teve um setlist maravilhoso, com músicas do novo CD e também muitas das clássicas que amamos! Foi um show de tirar o fôlego, com mais de 2h de duração, com direto a muitos gritos, rouquidão e choro, como todo bom show de rock deve ser.

Já no segunda dia, me superei e vi uns 6 shows! Fiquei de um palco para outro, mas de longe, o que foi a melhor coisa que fiz. E essa é a dica, foque no que você ama e se acabe, os outros, aproveite de um jeito mais leve!

Voltaria?

Com certeza! Adoro música, amo ir a shows, e festival é algo incrível. Eles precisam melhorar a estrutura, reduzir a quantidade de ingressos, espalhar mais vendedores ambulantes, melhorar os banheiros – o químico do Rock In Rio parece banheiro de shopping!

Tem muita coisa para ser melhorada, mas nada disso tira o brilho do festival, que mistura tantas pessoas diferentes em torno de algo tão incrível que é a música!

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