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Cinema: Xingu

28 de março de 2012

Ontem fui assistir a mais um filme nacional, mas um que eu estava ansiosa para ver: Xingu. Desde a época da escola sou fascinada pela história dos irmãos Villas-Bôas, que apesar da boa educação e bons empregos, largaram tudo para se aventurar na Expedição Roncador-Xingu, para desbravar o desconhecido do Brasil Central.

A aventura acontece nos anos de 1940, quando dois dos irmãos, o caçula Leonardo e o irmão do meio Cláudio de alistam na expedição, como se fossem analfabetos e somente operários, e depois de aceitos, mandam um telegrama para o mais velho, Orlando, dizendo que ainda precisam do terceiro por lá. Os irmãos são diferentes e ao mesmo tempo se complementam, o mais velho, Orlando, é articulador e trabalha para o governo, ele que consegue fazer com que o governo simplesmente não mate os índios. Cláudio, o irmão do meio, é um grande idealista e o mais consciente das consequências que a expedição trará. Já o mais novo, Leonardo, é vibrante e corajoso, mas suas atitudes podem trazer sérias consequências.

Foi uma viagem única na história, eles conseguiram contactar 14 tribos diferentes, abriram 19 pistas de pouso, sem contar nas crises de malária. Com isso, conseguiram fundar o Parque Nacional do Xingu, na época, o maior do mundo, do tamanho de um país como a Bélgica.

Foi realmente uma grande aventura, passando por diversas tribos sem ter baixa (mortes) de nenhum dos lados, e olha que muitas tribos eram de guerreiros. Isso é muito bem retratado no filme, com cenas emocionantes, e que mostram toda a batalha para a criação do parque e preservação dos índios e de sua cultura. As cenas são impressionantes, muito verdadeiras, me emocionei em diversas partes. Preciso falar sobre o João Miguel  (Cláudio Villas-Bôas), que eu simplesmente não reconheci, sabia de quem era a voz – ele narra o filme, mas não conseguia ligar com o ator, impressionante! O Caio Blat a gente já conhece e para mim é um dos melhores atores da nova geração, já o Felipe Camargo, gente, me impressionei muito, acho que nunca o tinha visto no cinema, e quero ver mais vezes, ele está incrível! Os três estão trabalhando muito bem no filme, e a caracterização impressiona, ficaram bem parecidos!

Toda a aventura é escrita em um diário, batizado de A Marcha para o Oeste, que virou livro e eu recebi ao final do filme, já estou louca para ler e vir contar o que achei sobre.

Vale muito a pena ir assistir ao filme, conhecer um pouco mais sobre a história do Brasil e a importância que a história dos irmãos Villas-Bôas teve.

Fotos e trailer: divulgação

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