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Cinema: Livre (Wild)

22 de janeiro de 2015

O longa Livre é baseado no livro “Livre – A Jornada de Uma Mulher Em Busca do Recomeço”, lançado em 2012 e que liderou por sete semanas consecutivas a lista dos mais vendidos de não-ficção do The New York Times, foi selecionado para o famoso Clube do Livro de Oprah Winfrey e traduzido para mais de 30 idiomas. Quem ficou de olho nisso foi a própria Reese Whiterspoon, que foi atrás dos direitos autorais da obra, e se uniu com um belo time para criar essa adaptação: o canadense Jean-Marc Vallée (de Clube de Compras Dallas) e o escritor e roteirista Nick Hornby (de Educação e Um Grande Garoto).  São pouco mais de duas horas de filme, com imagens belíssimas, edição descontinuada e trilha sonora ótima, tudo isso faz o roteiro fluir e você se envolver.

Cinema: Livre (Wild)

O longa conta a história de Cheryl Strayed, que após a morte de sua mãe, um divórcio conturbado e o vício em heroína, decide mudar de vida, e por isso ela se aventura em uma trilha de 1100 milhas pela costa do Oceano Pacífico, a Pacific Crest Trail, que vai do México ao Canadá. E você vai do deserto à neve nessa trilha!

Cinema: Livre (Wild)

Em paralelo à sua caminhada pela trilha, com as bolhas, os machucados, o perigo de ser estuprada ou atacada por uma cobra, são usados cenas de flashback não lineares, para que possamos entender até que ponto ela chegou, e o que a levou a cruzar a TCP. O interessante é ver o crescimento dela durante todo o percurso, se tornando independente, conhecendo novas pessoas pelo caminho – e isso é algo interessante, pois durante a trilha há locais de início, onde há um caderno e caneta e você escreve algo, e todo mundo sabe quem é a Cheryl, pois é raro ver mulheres na trilha, e ela sempre escreve frases de autoras que ela gosta, e quando ela chega em algum acampamento todo mundo já pergunta se ela é ela! – e também ela vai se sentindo mais leve, se libertando do passado.

 

O filme conta a história dessa personagem de maneira crível e intensa, e a Reese arrasa demais, sem make, com o corpo normal (não adiantaria ela estar toda definida sendo que a personagem nunca nem fez trilha), e se entrega de maneira intensa ao personagem. É um filme dramático em certos pontos, e com pitadas de humor. E por mais que falem que o filme é uma versão feminina de Into de Wild, um filme que eu amo e falei aqui, eu acho eles completamente diferentes, já que as pessoas vão para a natureza por razões independentes, não achei nada parecido.

Cinema: Livre (Wild)

Para quem ama filme de natureza, auto descoberta, vale cada minuto. Você entra no filme, compreende ela, e se emociona junto. E vale uma observação: os cartazes do filme são lindos, estou apaixonada pela fotografia do longa, maravilhoso!

Vale a pena visitar o site também, na parte do instagram tem fotos de pessoas que estão fazendo a trilha, sensacional!

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